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domingo, 6 de dezembro de 2015

Gnome 3 - Opinião

domingo, 6 de dezembro de 2015 - por jonathanhrll · - 0 Comentarios


Eu havia instalado o Gnome 3 no Arch Linux e iniciado uma discussão no fórum Viva o Linux, agora vou listar aqui minha conclusão.


O Gnome 3 vem, desde o inicio de seu desenvolvimento, focando em trazer facilidade no uso da Interface Gráfica.

O Gnome 3 é uma interface gráfica elegante, vem inovando com botões nas barras de titulo das janelas, como o botão de Abrir e Salvar do Gedit. Seu menu apresenta os aplicativos recentemente usados, e todos instalados, e se você tiver janelas aberta, ao invés disto ele lhe mostrará as janelas. Mas não impedindo de visualizar as aplicações, para isto ele posiciona na esquerda um botão com vários quadrados, onde também são mostrado os aplicativos escolhidos por você, e na direita, mostra todas as áreas de trabalho. Também, no topo deste menu, há uma barra de pesquisa para busca de aplicativos.

O Gnome 3 apresenta elegância e facilidade, há quem goste, e há quem não esteja muito amigo dele.

Como nem tudo são flores e chocolate, há algumas coisas que não são tão boas no Gnome 3, como o fato de, se você quiser uma nova janela, terá que clicar com o botão direito e ir em "Nova Janela", caso simplesmente selecione a aplicação, ela será reaberta, o que não há necessidade, já que o acesso da mesma pode ser feito pelo ALT+TAB e pelo Menu. Também há quem não o ache elegante, nem bonito. Os botões que estão presente na barra de titulo geralmente tem atalhos, como, por exemplo, CTRL+S para salvar ou CTRL+O para abrir, logo, entrarão em desuso e ficarão inúteis.

O Gnome 3 também é um pouco pesado, então considere o fato de que precisará de uma máquina não muito potente, mas não pode ser a torradeira que você tinha guardada a 10 anos.

Agora um ponto importante a ressaltar, usa SysVInit? Upstart? OpenRC? Desista, o Gnome 3 requer o SystemD, que só está disponível para Linux, ou seja, usa BSD? Ou outro sistema Unix-Like? O Gnome 3 não rodará no seu sistema, necessitará de um port por meio da comunidade, algo não muito fácil. Porém, algumas versões do Gnome 3 antes da implementação da dependência do SystemD poderão rodar.


Então, você recomenda? Somente se você usa Linux, com SystemD, e não tem repulsa ou ódio pelo mesmo (ou simplesmente não gosta), tem um PC razoavelmente bom, não liga para um processo a mais para abrir um aplicativo, e é iniciante, use o Gnome 3.

Eu atualmente uso o KDE 5 no Arch Linux com planos de mudar para o XFCE até o KDE 5 se estabilizar.

Lembrando, há outras opções como MATE, LXDE, Unity, XFCE, Cinnamon, os famosos Box e muitos outros.

domingo, 15 de novembro de 2015

Quer entrar no mundo linux? Conhecer um pouco mais? Veja este artigo!

domingo, 15 de novembro de 2015 - por jonathanhrll · - 0 Comentarios


Se você planeja entrar no mundo Linux, ou acabou de entrar, este artigo terá o proposito de te ajudar.

Primeiramente, o que é Linux? Muitas pessoas usam o termo Linux para designar o sistema em si, mas na verdade Linux é somente um núcleo (Kernel), o núcleo é responsável por fazer a comunicação entre o Hardware (parte física) e o Software (parte lógica). Geralmente o sistema operacional que carrega o Kernel Linux é o GNU, um exemplo de sistema que não é GNU e carrega o Kernel Linux é o Android, que contém bem poucas coisas do GNU, e não chega a nível de ser considerado GNU.

* Enfim, a pronuncia correta é GNU/Linux pois os sistemas são baseados no GNU, com exceção alguns. Porém neste artigo vou usar o termo Linux para facilitar o entendimento.

Porque usar Linux?


O correto seria, porque EU deveria usar Linux? pois depende da necessidade do usuário.

Vou citar alguns motivos relevantes: Segurança, Estabilidade, Comunidade Ampla, Diversidade de Sistemas*, Diversidade de Interfaces Gráficas, Desempenho.

Estabilidade e desempenho não é a mesma coisa, isto é óbvio, mas usuários mais leigos podem não saber diferenciar muito bem, um sistema estável é um sistema com poucas falhas (não digo nenhuma pois nada é perfeito, todos sistemas operacionais tem falhas), um sistema que não irá dar erro enquanto você está terminando o seu trabalho que demorou 5 horas para fazer. Um sistema com bom desempenho é um sistema que não irá travar enquanto você via um vídeo muito interessante, ou abria um programa e precisava que ele abrisse o mais rápido possível.

* Ou seja, desempenho = velocidade, estabilidade = livre de erros (ou quase livre).

Porque o asterisco no Diversidade de Sistemas? Simplesmente pois isto é tanto uma vantagem como desvantagem, as ramificações do Linux divide um pouco a comunidade (apesar dela geralmente ter conhecimento amplo de vários sistemas), e dificulta a escolha entre qual supri melhor suas necessidades.

Antes de começarmos a falar das distribuições, e qual melhor se adaptaria a um certo tipo de usuário, vamos lembrar uma coisa, Linux não é Windows, então muitos programas poderão não estar presentes no Linux, há uma forma de emular, que falarei em outro artigo, também há programas parecidos, que podem suprir suas necessidades.

Vejamos alguns programas que há no Windows e estão presente no Linux: 

Principais navegadores como: Chrome/Chromium, Firefox, Opera.
Principais programas de comunicação como: Skype, TeamSpeak.
E outros como: Spotify, VLC, etc..

Programas substitutos a outros:
Office: Microsoft Office - LibreOffice
Editor de imagens: Photoshop - GIMP
Editor de videos: Adobe Premiere - Cinelerra
Gerenciadores de Torrent: uTorrent - Transmission
Entre outros...

Mas se você é gamer, sinto muito lhe dizer, mas nem todos jogos estão presente no Linux (digamos que uma pequena parcela está presente), um exemplo: League Of Legends não está presente no Linux, e até o momento não planeja vir ao pinguim, mas existem vários jogos na Steam.

Distribuições

O Linux tem uma variedade grande de distribuições, as distribuições são vários sabores (ou versões) diferentes do Linux, cada distribuição é voltada para um tipo de usuário, algumas voltadas a usuários leigos, outras para usuários mais simples, que querem um sistema com softwares(programas) básicos, como navegador, editor de documentos (office), etc... Já outros, são voltados a usuários mais avançados.

Está começando agora? Recomendo o Linux Mint e Ubuntu, ou até o OpenSUSE.

Linux Mint: Uma interface amigável, se você está migrando do Windows, recomendo começar pelo Linux Mint. Linux Mint é baseado no Ubuntu, e é voltado aos usuários iniciantes.

Ubuntu: Não vem com uma interface muito amigável para usuários leigos, mas também não tem muito segredo, é um sistema voltado aos usuários iniciantes.

OpenSUSE: A escolha da interface fica a seu critério, eu recomendo a KDE. Este sistema tem uma das melhores ferramentas de configuração, e voltado aos iniciantes.


Está interessado em algo mais diferente do que o comum? Recomendo Fedora e Manjaro

Fedora: Não é um sistema difícil, porém, é voltada a desenvolvedores, e a usuários de diversos tipos, não chega a ser para iniciantes, mas não fica longe disto.

Manjaro: Baseada no Arch Linux, é uma distribuição simples, você pode escolher a interface gráfica que achar melhor, ela é voltada ao usuário que não conhece muito sobre Linux e que deseja ter a simplicidade do Arch Linux.


Quer algo mais... difícil? Para aprender mesmo a mexer com Linux? Aprender como ele funciona? Que tal tentar o Arch Linux

Arch Linux não vem com instalador, nem interface gráfica, você precisa fazer tudo na mão, desde particionar o disco até instalar os drivers e configurar o sistema.


Como vimos, vários "sabores", porém, isto também tem uma desvantagem, vejamos, Linux Mint é baseado no Ubuntu, que por sua vez, é baseado no Debian, eles compartilham o mesmo tipo de pacote, o deb. OpenSUSE e Fedora compartilham dos pacotes do tipo RPM. E o Manjaro e Arch Linux (Manjaro deriva do Arch Linux), utilizam pacotes PKG, logo, estes pacotes não são compatíveis um com o outro, o que dificulta um pouco, porém, há algumas forma de obter os programas diretamente do seu código fonte, mas nem sempre é necessário.

* Resumindo, distribuições derivadas compartilham o mesmo pacote, com algumas exceções, e outras distribuições outros tipos de pacotes, o que dificulta um pouco.

Por mais que haja esta divisão, na maioria das vezes, o programa que roda em uma distribuição especifica roda também na outra.

Eu preciso mesmo instalar para testar o sistema?


Não, a maioria disponibiliza um Live CD, que permite testar sem a necessidade de instalar, e você também pode utilizar máquinas virtuais para testar o sistema sem ter que sair do seu atual.

Conclusão


Todo sistema tem suas vantagens e desvantagens, use o que melhor se adapte a você, no Linux temos várias distribuições, cada uma com aspectos distintos, que focam em um certo tipo de usuário.

Importante: Algumas distribuições Linux são mais leves que outras, e você poderá instalar-las em computadores mais fracos (para isto recomendo Arch Linux, ou até mesmo o Manjaro com XFCE). O Linux e a maioria de suas distribuições são código aberto, logo qualquer um pode fazer contribuições e ajudar o projeto, e quando um erro é encontrado é rapidamente corrigido, por isto as atualizações quase diária dos pacotes. O código sendo aberto a qualquer um, todos podem ver o que o sistema faz, e como funciona (é claro, precisa de conhecimento na área de programação)!

Importante²: Não mude de sistema por achar que um é melhor que o outro, ou por simplesmente alguém dizer "é melhor", mude somente se o sistema suprir as suas necessidades, existem sim, sistemas melhores, porém, o melhor é aquele que te oferece todos os recursos que você necessita.

Importante³: Compatibilidade não é defeito e nem qualidade, os sistemas operacionais não são responsáveis por ela, e sim os desenvolvedores, os sistemas operacionais não podem colocar a mão em qualquer programa e torna-lo compatível, geralmente, a falta de compatibilidade é fruto do desinteresse das empresas e desenvolvedores.


Haverá tutorial em vídeo falando sobre tudo isto, e também, um outro ensinando instalar os sistemas (talvez nem todos os listados).

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Arch Linux - Primeira Impressões

sexta-feira, 13 de novembro de 2015 - por jonathanhrll · - 0 Comentarios



Recentemente resolvi instalar o Arch Linux, uma distribuição simples, que te dá total liberdade de modificar o sistema, nele não há instaladores, é tudo por comandos, desde a formatação do disco, até a configuração e instalação de drivers. Com esta distribuição, o usuário aprende mais como funciona o Linux (e também como funcionam os instaladores).

Porém, aqui vou listar as coisas que mais achei interessante no sistema.

- Rolling Release: Não há versões do sistema, como por exemplo, 1.0, 2.0, ou 42.1, 15.10, etc. Ao invés disto, o sistema tem atualizações constantes, claro tem uma pequena desvantagem, você terá que atualizar o sistema sempre, porém, você terá os últimos recursos.

- Gerenciador de pacotes Pacman: o gerenciador de pacotes do sistema é muito rápido em comparação aos demais, a instalação e desinstalação dos pacotes é muito simples, e a atualização do sistema também.

- Sistema mais leve: Isto é um pouco relativo, o sistema é muito mais leve por ter menos programas instalados por padrão, qualquer sistema que tivesse somente o básico sem muitos programas e serviços pré-instalados seria mais leve, mas para alguém que não usa nem metade dos programas que vem por padrão nas distribuições e precisa instalar os que necessita, isto se torna uma grande vantagem.

- Configuração: Geralmente os sistemas vem com uma configuração recomendada para um grupo de usuário, geralmente os usuários mais simples, já o Arch Linux não, ele vem com uma configuração padrão, e você modifica e faz com que o sistema se ajuste as suas necessidades.

- Estabilidade: Até o momento o sistema está muito estável, sem travamentos ou algo do gênero.

A liberdade do sistema


Você precisa particionar o HD, instalar os drivers de áudio, vídeo, configurar a placa de rede, instalar servidor gráfico, instalar gerenciador de login, e instalar a interface gráfica do seu sistema. Mas porque não vem tudo instalado? Dependendo do uso do seu sistema você não irá precisar de tudo isto, para que irei querer drivers de áudio e vídeo, ou a internet funcionando para somente compilar um programa? Ou para testar algum programa? Ou seja, a liberdade que o Arch Linux te trás é a liberdade de fazer com que o sistema se adapte a suas necessidades sem muita complicação.

Conclusão

Um sistema que te dá total liberdade (ou quase total), e, recomendado para usuários mais experientes, ou que querem aprender melhor como o Linux funciona. Acredito que para quem quer ter maior experiencia no Linux, começar por ele, você aprenderá muito com este sistema, quer instalar? Em breve farei um tutorial em vídeo, enquanto o preguiçoso não faz o vídeo, veja a wiki, há um tutorial que recomendo caso não saiba inglês [na wiki | ou um vídeo].


Fontes: 
Diolinux - Referencia ao tutorial em vídeo do Tux 4 You

domingo, 5 de julho de 2015

Começando a programar o JwHackingGame, e voltando a postar no blog!

domingo, 5 de julho de 2015 - por jonathanhrll · - 0 Comentarios

Começando pelo projeto...

JwHackingGame



Estou iniciando a programação do projeto hoje, dias 05/07/2015, vamos ver quando eu termino, estarei avisando aqui e no fórum Gamersboard quando estiver pronto, liberarei varias versões de testes conforme as coisas vão ficando prontas!


Blog


Em relação ao blog, voltarei a postar apartir de hoje, pretendo postar todo dia as 14hs, e pode ser que eu poste mais artigos no dia!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Novo projeto: JwHackingGame

quarta-feira, 27 de maio de 2015 - por jonathanhrll · - 2 Comentarios

JwHakingGame


Estou iniciando um novo projeto, chamado JwHackingGame, ele será nada menos que um grande e complexo jogo de hacker, será lançado primeiramente para Computadores, há planos para ser lançado no Android.

O jogo terá o principio de simular uma vida de um hacker, podendo hackear várias redes, simulando o possível, iniciando com pouco dinheiro, obtendo um celular básico.

Inicio


Para hackear algum lugar deve-se antes obter uma informação, haverá simulação de ligações, onde você irá contatar a empresa e tentar extrair informações, também poderá consultar outros hackers para obter informações em troca de dinheiro, ou em troca de informações que você tenha.

Recursos

Possíveis recursos (durante as versões)

- Possivelmente compras online, para obter moedas.
- Jogo client-side e server-side.
- Versão client-side (Lado cliente): sem sincronia, tudo é perdido caso seja desinstalado sem backup, não poderá usar futuro recursos online (pvp, chat, ranking).
- Versão server-side (Lado servidor): sincronia com o servidor, salva suas informações e as mantém sempre que logar em outro jogo, poderá utilizar futuros recursos online (pvp, chat, ranking).


Inicialmente (versão alpha e beta)

- Nives de hacker (1 a 30).
- Dificuldades: Fácil, intermediário, difícil, extremamente difícil, profissional e mito.
- Cada dificuldade contém mais de 20 (aproximação) diferenciados atos hacker.
- Cada dificuldade necessita de um nível hacker especifico ou superior ao especificado.

Possíveis atos hacker (A maioria/todos será/serão implementada)

- Hackear Lan Houses
- Decodificar pulsos telefônicos.
- Invadir empresas e obter informações
- Hackear pessoas
- Hackear cartões de crédito
- Obter informações de clientes de bancos (vendo sua senha no banco, ou hackeando o local)
- Hacker pessoas importantes (banqueiros, empresários etc)
- Hackear redes sociais.
- Hackear jogos online.
- Entre outros.

Versões Release (Estáveis, pós-beta)

Nestas versões irei adicionar mais fases e atos hacker, também irá ter mais recursos, novos computadores, ferramentas, e novas formas de hackear.

Pretendo adicionar mais 50 fases, e dificuldades desafiantes.

Versões Sucesso (Se chegarmos lá)

Se conseguirmos um bom sucesso com o jogo haverá duelo de hackers (pvp, pessoa contra pessoa), valendo dinheiro, será possível hackear outros hackers, e se proteger deles.
Possivelmente será aqui que adicionaremos o modo online.



Adição de modo server-side (online, lado servidor)


Desvantagens:

- Devido ao processamento pelo servidor, poderá haver um pequeno atraso.
- Não haverá migração do offline para o online (somente o contrário), porém seu jogo offline não é perdido quando jogar em nossos servidores.

Vantagens: 

- Maior segurança, não haverá formas de fazer hack de moedas, já que tudo será processado pelos nossos servidores, logo todos os usuários que jogam online terão a mesma forma de evoluir.
- Equilíbrio hacking, níveis maiores que o seu, ou com mais moedas (aproximado) não podem te hacker, logo você pode hackear eles, assim mantendo o equilíbrio entre quem compra moedas, e quem joga somente conquistando as moedas.
- Maior interação com a sociedade.



BUGGY, SERÁ OPEN-SOURCE ?

Não sei ainda se deixarei código aberto, já que isto poderia afetar o projeto, mais pretendo, futuramente, se o projeto crescer deixar o código do cliente aberto, porém o servidor ainda será código fechado, poderá ser código aberto somente o servidor somente se o projeto de cliente código aberto der certo durante aproximadamente 2 (dois) meses.



sábado, 9 de maio de 2015

Ubuntu 15.04

sábado, 9 de maio de 2015 - por jonathanhrll · - 0 Comentarios

Ubuntu 15.04 já está disponível.


Este artigo saiu um pouco atrasado, um pouco não, muito.
Você ja pode baixar a versão 15.04 do Ubuntu no site oficial.

Alguns recursos do Ubuntu 15.04 são:

  • Kernel 3.19
  • Aperfeiçoamentos no Unity 7.3
  • Correções no Compiz 0.9.12
  • LibbreOffice 4.4
  • Firefox atualizado para versão 37 e Chromium para versão 41.
  • E outros. Veja em ingles aqui.

Obtenha o novo Ubuntu 15.04:
Site do Ubuntu. (Arquivos)
Pagina de Dowload. (Abaixo da versão 14.04)
Download alternativos. (Torrent e outros)

Fontes: Site do Ubuntu

 

 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Netrunner 15 Prometheus vem com o KDE 5 como Interface gráfica padrão

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015 - por jonathanhrll · - 0 Comentarios

O novo NetRunner 15 traz o KDE 5 como interface gráfica oficial.


o NetRunner é uma distro baseada no Ubuntu. O NetRunner 15 é a primeira distro a trazer oficialmente o KDE 5 como interface gráfica padrão.

Você pode baixar o NetRunner aqui.

Fonte: NetRunner

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Anahuac quer que a comunidade do Ubuntu volte para o software livre

domingo, 15 de fevereiro de 2015 - por jonathanhrll · - 1 Comentario


Eu estava lendo algumas noticias e me deparo com um texto do Anahuac pedindo para que a comunidade Ubuntu volte para o Software livre, veja o texto abaixo: 

"Se foram um pouco mais de dois anos desde que a Canonical decidiu enganar todos seus usuários instalando um programa pernicioso, invasivo e espião, sem dizer nada a ninguém, em seu sistema operacional batizado de Ubuntu. O programa em questão monitora suas pesquisas e entrega para a Amazon. Parou de fazer isso? Não faz a menor diferença.

Eu costumava provocar meus amigos Debianers que Ubuntu é uma palavra africana que significa “Debian bem feito”. A resposta era imediata, me corrigindo: “Ubuntu significa não sei instalar Debian”. Piadas e provocações a parte, Ubuntu significa “Sou o que sou pelo que nós somos”. O sentido poético é inspirador, afinal de contas, Ubuntu, eu e você deveríamos ser uma simbiose. Um conjunto. Um círculo, sem inicio nem fim, onde todos somos o que somos, pelo que todos somos.

Mas o que somos? Antes de existir a Canonical ou Ubuntu, já éramos uma comunidade de Software Livre, do Movimento Software Libre. Compartilhamento, amizade, camaradagem, liberdade, honestidade, era isso o que éramos. No Brasil fomos um dos grupos mais bem estruturados e unidos. Os laços tem haver com a cultura, a fé, a pobreza financeira, a riqueza de espírito, a humanidade e especialmente o desejo que querer o melhor para nossos semelhantes. Essa é a essência do Movimento social e político do Software Livre.

Ao longo do tempo aconteceu uma relação inversamente proporcional: quanto mais o Ubuntu evoluía como sistema operacional, menor era o compromisso da comunidade com os princípios do Software Livre. Ubuntu ficou mais fácil de instalar graças a seus drivers proprietários: a comunidade aceitou. A FSF denunciou o comportamento antiético e amoral da Canonical e a comunidade decidiu demonizar o Stallman. O kernel do Ubuntu é o que mais tem códigos não livres e a comunidade parece gostar cada vez mais.

Em 2012, depois das denúncias da FSF eu deixei de usar Ubuntu. Convidei e continuo convidando muitos a fazerem o mesmo, afinal o conjunto Software Privativo + Spyware + Comportamento de Microsoft, não coaduna com os princípios do Software Livre. Até escrevi um outro artigo dando os detalhes, chamado “A Microsoftização da Canonical”. Tenho alertado, pedido, conversado, escrito e palestrado. Mas parece que quanto mais eu falo, menos efeito tem. Até mesmo mega eventos de Software Livre, como o FISL e o Latinoware insistem em fazer amplo uso e propaganda da distribuição. É como se não usar Ubuntu fosse feio, impossível ou improvável. Percebo esse mesmo sentimento nos usuários dos produtos da Apple: sabem que não é correto, mas insistem em usar.

É claro que se pode esperar comportamento antiético e amoral das empresas. Elas foram criadas para isso. Em uma economia capitalista não devemos ser ingênuos, certo? Então porque a comunidade Ubuntu não reage? Como é possível que a maior comunidade defensora de Software Livre do Brasil não defenda mais o Software Livre? Porque os milhares de ativistas que se esforçaram tanto para mostrar a seus amigos e parentes que usar GNU era melhor se calam, aceitam e divulgam algo que é contra seus princípios. O que mudou?

Liberdade de código. Aquela que garante e perpetua a liberdade através da GPL. Aquela que transforma a relação entre os fabricantes e os consumidores, empoderando os usuários, finalmente. Liberdade de código que tornou restrições de área em DVD’s obsoleta, que fez engenharia reversa em diversas placas Wifi. Liberdade que leva ao compartilhamento, que leva à excelência, que transforma software em serviço e não em produto. Liberdade que abalou as colunas dos grandes monopólios.

A Comunidade Ubuntu  mudou? Claro que sim! Muito mais adeptos, muito mais usuários, muito mais computadores instalados. Então o saldo é positivo, pois mais pessoas entendem que a liberdade do software lhes garante qualidade computacional, lhes dão mais poder nas relações comerciais e assim promovemos uma sociedade mais justa, certo? Infelizmente o resultado não foi bem esse. É fato que o número de usuários cresceu geometricamente, mas a grande maioria não faz ideia do que usa, nem dos benefícios do Software Livre. E todos os usuários de Ubuntu, sem exceção, estão usando Software Privativo.

Pode-se argumentar que os usuários comuns não devem saber dos detalhes. Eles não entenderiam. Eles querem que “a coisa” funcione e nada mais. Pode ser, mas o risco de não educar as massas, é que quando o perigo se apresentar, elas não saberão distinguir entre o que é realmente certo, parcialmente certo, parcialmente errado ou realmente errado. Elas continuarão a querer apenas que ” a coisa” funcione. Esse é o “Calcanhar de Aquiles” da massificação de usuários.

Será que a Comunidade Ubuntu tem isso bem claro? Vocês estão distribuindo código fechado! Em vez de ajudar a libertar as pessoas, estão ajudando a aprisioná-las. Será que está claro que a complacência ao aceitar a presença de código privativo e do comportamento amoral da Canonical, terminam enfraquecendo todo o Movimento Software Livre em escala mundial?

Sejam honestos com vocês mesmos. Será que não perceberam que “aberto” virou sinônimo de livre? É “open” isso, “open” aquilo. “Open”: aberto não é o mesmo que livre. Algo aberto não muda a forma das pessoas pensarem, apenas ajusta a forma de se resolver problemas. Afinal de contas com acesso ao código e produzindo colaborativamente os negócios gastam menos e obtém melhores resultados. Mas desde quando a Comunidade Ubuntu passou a priorizar o desempenho das empresas em detrimento dos respeito às liberdades do usuários? Desde quando a ideia era facilitar a instalação do sistema operacional GNU, em detrimento do entendimento de seus princípios éticos e filosóficos?

Este é um apelo a toda a Comunidade Ubuntu para que usem sua tenacidade, capacidade de mobilização, perseverança, doação e espírito, para mudar de distribuição. Mostrem a Canonical que a Comunidade Software Livre é muito maior e mais poderosa do que ela. Mostrem que o que vale é o Software Livre e tudo que ele representa, e não apenas “um rosto bonito”, que nos engana, maltrata e desrespeita. Escolham uma outra distribuição realmente comprometida.

Não somos ingênuos. Sabemos que o caminho é árduo. A batalha é sangrenta. O esforço é hercúleo. Mas podemos sim resgatar quele sentimento, aquela convicção de que se esta fazendo a coisa certa e não deliberadamente escolhendo o caminho mais fácil. Este é um convite para subirmos o Monte Everest mais uma vez. Desta vez do jeito certo.

Já imaginaram o recado que a Comunidade Ubuntu daria ao se intitular Comunidade GNU?

Saudações Livres!"
Fonte: Anahuac

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

gTumb 3.3.3 lançado com 2 novas ferramentas de imagem

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 - por jonathanhrll · - 0 Comentarios

gThumb 3.3.3 foi lançado recentemente, trazendo novas ferramentas de imagem, com correções para GTK 3.14 e muito mais.

 

gThumb é um visualizador e simples editor de imagens. O aplicativo também pode reproduzir vídeos, imagens, e suporta exportar imagens para serviços como PicasaWeb, Facebook e Flickr.

Na atualização do gThumb 3.3.3 foram adicionadas duas novas ferramentas de edição de imagem: efeitos especiais e as curvas de cor de ajuste, que você pode ver nas imagens abaixo:
Instale o novo gTumb 3.3.3 no Ubuntu Gnome ou Linux Mint com Gnome:
$ sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/gthumb
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install gthumb
Para instalar o gThumb em outras distros você pode pesquisar em seu repositório (Fedora, OpenSUSE (Somente nos pacotes instáveis), Debian, ArchLinux), ou fazer build manualmente.
Para fazer build você precisa instalar o Gnome-common, baixar o source do gThumb pelo git e fazer build (Leia o INSTALL).


Fontes: WebUpd8

 

 

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